O ano que estás prestes a terminar é marcado pela debilidade orçamental portuguesa e por uma crise que se anuncia duradoura, para mais de uma década. Hoje, já é um “lugar comum” saber que se desperdiçaram fundos comunitários desde 1986 e que os 24 anos de integração europeia foram uma miragem! Os utópicos ( Os do “Copo meio cheio”) só vêm as coisas positivas do país, como as empresas de sucesso, as invenções lusas, os desportistas com carisma… e os realistas (Os do “Copo meio vazio”), considerados pessimistas, só vêm as coisas negativas, o desemprego a subir e a inflação a crescer, a elevada dívida soberana do país, a corrupção e a evasão fiscal, os cortes salariais, a perda de direitos…
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Relativamente a Esposende, o que dizer de uma edilidade pequena, com dificuldades de financiamento?
Destaco algumas obras emblemáticas neste “palmo de terra com pouco mais de 30 mil habitantes”:
– Em Esposende, a requalificação do Largo Fonseca Lima, dando-lhe uma qualidade estética inolvidável;
– Em Fão, a requalificação ambiental de Ofir, com passadiços, pavimentações, trilhos…;
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