A fabricante de cabos eléctricos do grupo Quintas facturou em 2010 mais de 75 por cento fora de portas.



Foto: Fernando Rites
Numa altura em que o discurso político voltou as atenções para o sector exportador, e os economistas fazem coro ao dizer que terá de ser na procura externa de bens transaccionáveis que Portugal tem de ser competitivo e fazer crescer a economia, pode muito bem ser em Esposende, onde a Solidal centralizou a produção de cabos eléctricos, que se vai procurar exemplos, e perceber o que pode ser feito para cumprir aquele que é, agora, um desígnio nacional.
“Temos de ser independentes da péssima situação em que o país está”, comenta Pedro Lima, presidente da Solidal, empresa subsidiária do grupo Quintas & Quintas. (continua)
Fonte: Público
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