Apagões, larápios e patifes…
É preocupante o estado do Estado e da sociedade em que vivemos, cujo padrão de vida nacional irá deteriorar-se cada vez mais. Além dos larápios dos fios de cobre em Vale de Cambra, agregam-se endróminas da classe alta como a médica “mãos leves” em Lisboa, o professor bracarense a gamar gasolineiras, o engenheiro informático do Porto a roubar velhinhas e outros exemplos que chegam à televisão. Ninguém pode estar seguro com a anomia social em que se vive, com magistrados endeusados que abusam do seu enorme poder, com militares exaustos, ou escolas a romper pelas costuras, em que os professores estão cada vez mais desmotivados, ou mesmo, um SNS em risco de extinção, com consultas demoradas e taxas moderadoras elevadas. Acresce ao dito em retro, os advogados oficiosos confusos, os polícias sem meios, as autarquias endividadas, mais as obras públicas paradas como no Marão, também as empresas de transporte caóticas, os serviços incipientes, os despedimentos a crescer exponencialmente, enfim um país de pessoas excluídas e outras a emigrar para Angola, Brasil e Suiça. É o retrato de 2011, …